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História e democracia

Bolsonaro e o plano Punhal Verde e Amarelo: o que dizem as provas

Bolsonaro mandou matar Lula? Veja o plano Punhal Verde e Amarelo, a liderança reconhecida pelo STF e o que as provas dizem sobre sua participação.

Plenário do STF danificado após os ataques de 8 de janeiro de 2023.
Danos no STF após o 8 de Janeiro. Foto de contexto da trama golpista; não retrata o plano clandestino.Foto: Fellipe Sampaio / SCO / STF (fonte da fotografia, abre em outra aba) · Domínio público — marcação do titular (abre em outra aba) · Recorte.
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O essencial

Em resumo

Bolsonaro foi condenado pelo STF como líder da organização criminosa da trama golpista. Ao examinar o Punhal Verde e Amarelo, Moraes situou a divisão de tarefas sob sua liderança. A condenação tornou-se definitiva em novembro de 2025. Uma ordem pessoal direta para matar Lula é uma afirmação mais específica: o áudio citado pela PGR registra Fernandes relatando uma conversa, não Bolsonaro dando essa ordem.

Como este Portal se posiciona

Opinião editorial da BEM10 TV. Nosso compromisso antifascista e antibolsonarista exige tratar a trama golpista como uma disputa sobre quem pode exercer o poder e por quais meios. A leitura marxista da BEM10 TV pergunta quais interesses são protegidos quando a força pretende substituir o voto e reduzir o espaço de organização dos trabalhadores; ela não autoriza inventar financiadores ou atribuir o mesmo crime a toda uma classe social. Defendemos Lula e o campo progressista, mas a proteção à vida e ao mandato popular vale para qualquer governante eleito. Para o Brasil e o Sul Global, soberania começa por impedir que grupos armados se coloquem acima da sociedade. As condenações documentadas devem ser nomeadas com firmeza, preservando a diferença entre responsabilidade judicial reconhecida e uma ordem pessoal específica que as provas disponíveis não demonstram.

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Bolsonaro mandou matar Lula? O que a PGR sustentou e o STF decidiu

Bolsonaro foi condenado pelo STF como líder da organização criminosa da trama golpista. Ao examinar o Punhal Verde e Amarelo, Alexandre de Moraes afirmou em seu voto (abre em outra aba) que a divisão de tarefas para matar Lula, Alckmin e Moraes estava hierarquizada sob a liderança do então presidente. A Primeira Turma condenou Bolsonaro por maioria (abre em outra aba) em setembro de 2025. O caso, portanto, não ficou apenas na acusação de que ele sabia do plano.

A PGR sustentou que Bolsonaro tinha ciência e concordava com o planejamento, com base em documentos e diálogos descritos na denúncia (abre em outra aba). Entre eles está um áudio de Mário Fernandes a Mauro Cid relatando uma conversa com Bolsonaro. Esse áudio é a voz de Fernandes contando a conversa, não uma gravação de Bolsonaro ordenando o assassinato.

Uma ordem pessoal direta para matar Lula é uma afirmação mais específica do que a liderança reconhecida no julgamento. Os registros descritos acima não documentam essa ordem na voz de Bolsonaro. Isso não apaga sua responsabilidade penal: ele recebeu pena de 27 anos e três meses (abre em outra aba), e o STF informou que a condenação se tornou definitiva em 25 de novembro de 2025 (abre em outra aba).

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A eleição tinha acabado. O plano era impedir a posse.

Lula e Geraldo Alckmin haviam sido eleitos. A passagem do poder deveria ser o próximo passo. Mas, segundo a Polícia Federal, havia um plano para matá-los e impedir a posse. Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, também era alvo. O nome escolhido, Punhal Verde e Amarelo, juntava as cores da bandeira a uma arma. A PF revelou o caso em novembro de 2024 (abre em outra aba).

Quase dois anos separaram o planejamento de sua revelação pública. Nesse intervalo, mensagens, arquivos e registros de monitoramento chegaram à investigação. Depois vieram os julgamentos: o STF condenou integrantes da trama, absolveu outros e distinguiu responsabilidades. Em 2026, o caso já tinha desdobramentos na execução das penas.

Lula, Alckmin e Moraes não foram assassinados. As condenações tratadas neste dossiê são pelos crimes da trama golpista. O que estava em jogo era a própria sucessão presidencial: substituir o resultado das urnas pela força.

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Punhal, Copa 2022 e Contragolpe: três nomes, três coisas

Punhal Verde e Amarelo é o nome do plano identificado pela PF. Copa 2022, também referida como Copa 22, designa a ação clandestina de monitoramento e preparação tratada na apuração. Contragolpe é a operação policial que levou o caso ao público, em 19 de novembro de 2024.

No julgamento do Núcleo 2 (abre em outra aba), o relator Alexandre de Moraes examinou a ligação de Mário Fernandes e Marcelo Câmara com o plano e a Copa 22. Moraes considerou comprovada a participação dos dois: Fernandes no comando e Câmara no fornecimento de informações sensíveis. A Primeira Turma acompanhou o relator e os condenou.

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O que os investigadores encontraram

A apuração alcançou mensagens, documentos eletrônicos e registros de monitoramento. Segundo o comunicado do STF sobre as prisões de 2024 (abre em outra aba), dados do celular de Mauro Cid, especialmente conversas com Marcelo Câmara, estiveram entre os primeiros indícios.

A PGR sustentou que a colaboração estava apoiada por outros materiais, entre eles manuscritos, arquivos digitais, planilhas e mensagens. Ao apresentar a estrutura das acusações (abre em outra aba), descreveu uma sequência iniciada em 2021 e culminando nos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Na reconstrução da PGR, o plano integrava uma ofensiva para manter o poder depois da derrota eleitoral. O alvo ia além dos adversários políticos: alcançava o funcionamento do Judiciário e a capacidade de o país fazer valer a eleição.

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O documento passou pelo Palácio do Planalto

Segundo a denúncia da PGR descrita pela Agência Brasil em 19 de fevereiro de 2025 (abre em outra aba), Mário Fernandes imprimiu o plano no Palácio do Planalto em 9 de novembro de 2022 e foi naquele dia ao Palácio da Alvorada.

O texto integral da denúncia (abre em outra aba), nas páginas 120–127, descreve um arquivo encontrado em disco ligado a Fernandes, registros de impressão e o registro da visita. A trilha documental passava, portanto, pela sede da Presidência e pela residência oficial do presidente.

A PGR relacionou a passagem de Fernandes pelos dois palácios aos diálogos posteriores para sustentar a ciência e a anuência de Bolsonaro. A conclusão da acusação se baseava nesse conjunto de elementos, não apenas no registro da visita.

A defesa de Fernandes questionou a prova de impressão e negou sua participação em monitoramentos. No julgamento de dezembro de 2025, o STF considerou comprovada sua atuação no plano.

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Da preparação em 2022 aos desdobramentos de 2026

DataMarco documentado
9/11/2022Data da impressão no Planalto apontada pela PGR.
Novembro e dezembro de 2022Período das ações investigadas; a PF apontou 15/12 como data prevista no planejamento.
19/11/2024Operação Contragolpe e divulgação das prisões preventivas.
18/02/2025PGR apresenta cinco denúncias contra 34 pessoas, divididas conforme a atuação atribuída.
11/09/2025STF condena os oito réus do Núcleo 1; Bolsonaro recebe pena de 27 anos e três meses.
18/11/2025STF julga o Núcleo 3: nove condenações e uma absolvição.
25/11/2025Trânsito em julgado da condenação de Bolsonaro, informado pelo STF.
16/12/2025STF julga o Núcleo 2: cinco condenações e uma absolvição.
2/02/2026Homologação de acordos de não persecução penal para Márcio Nunes e Ronald Ferreira.
24/04/2026Brasil 247 noticia determinação de execução definitiva das penas de cinco condenados do Núcleo 2, entre eles Mário Fernandes.
12/05/2026STF noticia pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Bolsonaro.
Duas pessoas se abraçam em registro da cerimônia de diplomação no TSE.
Abraço registrado durante a diplomação de Lula e Geraldo Alckmin no TSE, em 12 de dezembro de 2022. Fotografia de contexto do período; não retrata o plano clandestino. Foto: Ricardo Stuckert / Lula Oficial (abre em outra aba) · CC BY-SA 4.0 (abre em outra aba) · Redimensionada e convertida para WebP; enquadramento preservado.

Quem foi julgado e qual foi o resultado

Jair Bolsonaro, ex-presidente, foi condenado no Núcleo 1 como líder da organização criminosa. A decisão (abre em outra aba) o responsabilizou por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Mário Fernandes, general, foi apontado como responsável pelo planejamento e condenado no Núcleo 2. Marcelo Câmara, coronel, teve sua atuação no fornecimento de informações e no monitoramento examinada no mesmo julgamento. A decisão da Primeira Turma (abre em outra aba) condenou ambos pelos cinco crimes da denúncia.

Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo e Wladimir Matos Soares estavam entre os presos na operação de 2024 e foram condenados no Núcleo 3. O STF publicou as penas individualizadas (abre em outra aba) de cada condenado.

Bernardo Romão Corrêa Netto, Fabrício Moreira de Bastos e Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros também receberam condenações pelos cinco crimes no Núcleo 3. Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira foi absolvido por insuficiência de provas. Márcio Nunes e Ronald Ferreira tiveram enquadramento diferente e, depois, acordos homologados.

No Núcleo 2 também foram condenados Filipe Martins, Silvinei Vasques e Marília Alencar; Fernando de Sousa Oliveira foi absolvido. Marília recebeu condenação por organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Os demais condenados desse núcleo responderam pelos cinco crimes. O processo reuniu funções diferentes na trama; a participação no plano de matar autoridades foi examinada individualmente.

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O que as condenações significam

Os cinco crimes examinados nos julgamentos abrangem organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. As condenações e penas do Núcleo 3 (abre em outra aba) variam conforme o réu e o enquadramento adotado.

As decisões do Núcleo 3 resultaram em nove condenações e uma absolvição. Para Márcio Nunes e Ronald Ferreira, o tribunal mudou o enquadramento das condutas para crimes menos graves, abrindo o caminho para os acordos homologados no ano seguinte.

Os danos ao patrimônio público também fazem parte dessa história. Na reconstrução da PGR, a sequência de ações contra a ordem democrática culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023. O plenário do Supremo depredado tornou visível a violência contra as instituições.

Plenário do STF com cadeiras deslocadas, móveis danificados e detritos após os ataques de 8 de janeiro.
Danos no edifício do STF após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Imagem de contexto da trama golpista, não do plano clandestino. Foto: Fellipe Sampaio / SCO / STF (abre em outra aba) · Domínio público — marcação do titular (abre em outra aba) · Redimensionada e convertida para WebP; enquadramento preservado.
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O que disseram as defesas

Na sustentação oral em defesa de Bolsonaro (abre em outra aba), em 3 de setembro de 2025, os advogados questionaram a credibilidade de Mauro Cid e alegaram limitações no acesso às provas. Sustentaram que o ex-presidente determinou a transição de governo e que faltavam atos concretos, violência ou grave ameaça para os crimes imputados. Essas teses não prevaleceram: a maioria da Primeira Turma o condenou (abre em outra aba).

A sessão de defesas de 9 de dezembro de 2025 (abre em outra aba) registrou contestações centrais. Os advogados de Fernandes negaram participação em organização armada e no núcleo de monitoramento; sustentaram que Cid não lhe atribuía pedido ou conhecimento dos monitoramentos e questionaram a prova de impressão em três vias.

A defesa de Câmara afirmou que ele cumpria tarefas administrativas, usava informações abertas e desconhecia os planos Punhal e Copa 2022. A Primeira Turma rejeitou as teses de inocência e condenou os dois em 16 de dezembro.

Em etapa anterior, Fernandes negou intenção de executar o plano e descreveu o arquivo como um “pensamento digitalizado”, conforme reportagem da Agência Brasil de 21 de agosto de 2025 (abre em outra aba).

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O que mudou em 2026

Em 2 de fevereiro, Alexandre de Moraes homologou acordos de não persecução penal (abre em outra aba) entre a PGR e Márcio Nunes e Ronald Ferreira. A medida veio depois da desclassificação das condutas para associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os Poderes constitucionais. O STF informou confissão e obrigações como prestação de serviços à comunidade e reparação.

Em abril, o caso do Núcleo 2 chegou à execução das penas. O Brasil 247 noticiou em 24 de abril de 2026 (abre em outra aba) que Moraes determinou o início do cumprimento definitivo das penas de cinco condenados, entre eles Mário Fernandes.

Quanto a Bolsonaro, o STF registrou em janeiro (abre em outra aba) a rejeição de nova tentativa de recurso após o trânsito em julgado. Em 12 de maio, o tribunal informou que a defesa apresentou revisão criminal (abre em outra aba) para tentar anular a condenação. É uma ação contra uma condenação já definitiva. A notícia registra o pedido e sua distribuição, não uma absolvição.

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Perguntas que ajudam a entender

O plano chegou a ser executado?

A PF identificou planejamento e monitoramento, mas as mortes previstas não ocorreram. O STF julgou a participação dos réus na trama golpista.

Todos os investigados foram condenados?

Não. Os resultados incluem absolvições e mudanças no enquadramento das condutas. No Núcleo 3, Estevam Cals Theophilo foi absolvido; no Núcleo 2, Fernando de Sousa Oliveira também. Márcio Nunes e Ronald Ferreira tiveram acordos homologados em 2026.

Por que uma denúncia não é uma condenação?

A denúncia apresenta a acusação ao tribunal. A condenação é uma decisão judicial sobre responsabilidade penal, depois do processo e da defesa. Trânsito em julgado é outro marco: indica que aquela decisão se tornou definitiva.

Por que o plano interessa além da disputa entre políticos?

Porque a alternância de poder depende de quem perde uma eleição entregar o cargo, e de as instituições funcionarem sem ameaça de eliminação de seus integrantes. Um plano voltado contra os eleitos e um ministro do Supremo alcança esse direito de toda a população. As cores da bandeira no nome não lhe dão legitimidade democrática.

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Fontes e atualização

Pesquisa atualizada em 20 de outubro de 2026, com a denúncia da PGR, comunicados oficiais e reportagens identificadas nas referências. A execução definitiva das penas em abril é informada pelo Brasil 247; o andamento da AP 2693 não respondeu à consulta direta. As fotografias são registros de contexto, com crédito e licença. Texto preparado com assistência de IA. Para o Núcleo 1, foram consultados os comunicados do STF sobre o voto, o resultado colegiado, as defesas e o trânsito em julgado. O pedido de revisão criminal é registrado conforme notícia de maio de 2026, sem afirmar seu desfecho.

Para continuar pelo portal, consulte os dossiês e guias públicos. O guia de leitura de pesquisas explica como avaliar levantamentos de opinião. Para apontar um erro neste texto, use o contato da equipe.

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Para ir à fonte

Fontes e referências

Sobre este guia e a conferência de fontes

Texto preparado e fontes conferidas com assistência de inteligência artificial. Revisão editorial amplia a cobertura do Núcleo 1 e distingue liderança reconhecida pelo STF de uma ordem pessoal direta de assassinato. Seção de opinião institucional aprovada em 20/10/2026, separada da exposição factual.

  1. STF determina prisão de suspeitos por planejamento de golpe contra a democracia (abre em outra aba)

    STF

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  2. Polícia Federal desarticula organização criminosa que planejou golpe de Estado (abre em outra aba)

    MJSP / Agência Gov

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  3. Bolsonaro sabia e concordou com plano de matar Lula, Alckmin e Moraes (abre em outra aba)

    Agência Brasil

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  4. PGR reitera pedido de condenação de políticos e militares por tentativa de golpe de Estado (abre em outra aba)

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  5. AP 2693: relator vota para condenar cinco réus do Núcleo 2 (abre em outra aba)

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  6. Primeira Turma do STF condena cinco réus do Núcleo 2 por tentativa de golpe (abre em outra aba)

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  7. STF condena nove réus do Núcleo 3 da tentativa de golpe de Estado (abre em outra aba)

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  8. AP 2696: penas do Núcleo 3 variam de um ano e 11 meses a 24 anos de prisão (abre em outra aba)

    STF

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  9. STF homologa acordo entre PGR e dois militares do Núcleo 3 (abre em outra aba)

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  10. Moraes determina início de cumprimento das penas de ex-diretor da PRF e outros quatro condenados por trama golpista (abre em outra aba)

    Brasil 247

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  11. AP 2693: STF ouve defesas dos réus do Núcleo 2 (abre em outra aba)

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  12. PF diz que Bolsonaro teve acesso à defesa de general Mário Fernandes (abre em outra aba)

    Agência Brasil

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  13. Denúncia da PGR — documento integral, páginas 120–127 (abre em outra aba)

    PGR — cópia hospedada pela Agência Brasil

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  14. AP 2668: relator vota pela condenação de todos os réus do Núcleo 1 (abre em outra aba)

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  15. STF condena os oito réus do Núcleo 1 (abre em outra aba)

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  16. STF fixa penas para condenados por tentativa de golpe de Estado (abre em outra aba)

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  17. STF rejeita novo recurso da defesa de Jair Bolsonaro (abre em outra aba)

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  18. AP 2668: concluídas sustentações orais das defesas (abre em outra aba)

    STF

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  19. Bolsonaro apresenta revisão criminal contra condenação (abre em outra aba)

    STF

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