Marina diz que feminicídios cresceram 37% em São Paulo
Candidata ao Senado citou mais de 270 mulheres assassinadas em 2025 durante comício em São José do Rio Preto com Lula e Fernando Haddad.

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Em resumo
- Marina Silva afirmou que os feminicídios cresceram 37% em São Paulo desde 2022.
- A candidata citou mais de 270 mulheres assassinadas no estado durante 2025.
- Lula prometeu priorizar o combate ao feminicídio caso seja reeleito.
- As fontes não registram anúncio de programa, metas ou orçamento específico no ato.
2 min de leitura

Marina Silva (Rede), candidata ao Senado por São Paulo, afirmou neste sábado, 5 de setembro, que os feminicídios cresceram 37% no estado desde 2022. Durante um comício em São José do Rio Preto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o candidato ao governo paulista Fernando Haddad, ela também citou mais de 270 mulheres assassinadas em São Paulo ao longo de 2025, segundo relato do Brasil 247.
A fonte não apresenta a base estatística usada pela candidata nem delimita com precisão o período de comparação do índice de 37%. Também é necessário distinguir os indicadores: Marina falou em mais de 270 mulheres assassinadas, mas o material não informa quantas dessas mortes foram classificadas como feminicídio.
Ao lado da também candidata ao Senado Simone Tebet (PSB), Marina defendeu que a presença de mulheres na representação política é necessária para construir e proteger diretrizes orçamentárias e sociais voltadas à segurança feminina. A declaração relacionou a disputa eleitoral a uma questão material: sem orçamento e políticas públicas permanentes, a proteção às mulheres fica subordinada às prioridades definidas pelos grupos que controlam o Estado.
Lula, que disputa a reeleição, afirmou no mesmo ato que o combate ao feminicídio será “muito pesado” em um eventual próximo governo. “Homem que bate mulher tem que ser preso”, declarou, de acordo com O Liberal. O presidente também defendeu a autonomia feminina para trabalhar, morar, manter relacionamentos e se divertir como quiser.
As manifestações ocorreram em um ato de campanha, e as fontes consultadas não registram o anúncio de um programa novo, metas, cronograma ou recursos específicos para enfrentar a violência de gênero. A gravidade dos números apresentados por Marina contrasta, portanto, com a falta de instrumentos concretos detalhados no palanque: o feminicídio entrou no centro do discurso eleitoral, mas a resposta material descrita no evento permaneceu no campo dos compromissos para um futuro governo.
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Fontes desta notícia
Os links abaixo sustentam os fatos.
- 1. brasil247.comMarina Silva critica aumento do feminicídio em São Paulo e defende soberania nacional ao lado de Lula e Haddad
- 2. oliberal.comLula afirma que homem que bate em mulher deve ser preso | Política | O Liberal
- 3. tribunadosertao.com.brLula pede voto em Haddad, critica Tarcísio e ironiza Trump em ato no interior de SP
